O gemido é sempre um bom termômetro sexual. Uma mulher que grita, geme e vocifera frases de exaltação na hora é a certeza do sucesso de qualquer transa. Mas às vezes você está dando tudo de si, se matando de tanto entrar e sair, e a mulher não responde do jeito que se espera. Você quer ser um porn star, mas parece não ter uma parceira à sua altura.
Calma! Nem tudo é motivo para desespero. A falta de gemido não indica necessariamente que você está mandando mal, que a mulher não está curtindo, ou que você precisa arrumar uma nova parceira.
Cada um tem suas peculiaridades no tocante à relação sexual. Enquanto alguns e algumas gritam, outros outras são mais caladinhos. O diálogo é essencial. Se está com dúvidas de que ela está curtindo, converse com a mesma. Exatamente, você pode conversar durante o sexo, é permitido, mas não precisa ser um questionário formal. "Tá gostoso, delícia" é uma boa, porém arriscado: receber um NÃO pode levar a traumas complicados. Então, primeiro, talvez seja melhor perguntar o que ela deseja: "Como você quer dar pra mim?". Apresentar opções também é uma boa: "Quer ficar de 4 ou por cima?", "Quer que eu meta forte ou mais devagar?", "Onde quer que eu goze, safada?". Claro que cada caso é um caso, você pode trocar "safada" por "amor", depende do nível de relacionamento com a pessoa, do momento etc.
Chegando a um acordo sobre o modus operandi da transa, você pode fazer a sua avaliação de desempenho em tempo real. "Tá gostoso, tesão?": mesmo que não receba um sim, neste caso ela já pode mandar um "Vai mais devagar", ou "Aperta minha cintura com força" etc. Na cama, todos gostam de receber ordens.
Em muitos casos, a falta de grandes reações durante o intercurso sexual pode ser resultado da falta de intimidade. Nem toda transa precisa ser espetacular logo de primeira. Talvez na segunda, na terceira, a coisa se torne melhor, os dois se soltem mais e exibam em alto e bom som a sua satisfação.
Lembre-se do principal: o diálogo é o mais importante para se chegar a um prazer mútuo, seja antes, durante, ou depois da trepadinha!
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Se a mulher não geme, ela não está gostando?
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Como fazer sexo anal pela primeira vez?
Introduzir a ideia do sexo anal na(o) parceira(o) nunca é simples. Devo tocar no assunto antes ou já saio colocando? Devo usar camisinha? Qual lubrificante é mais recomendado? Preciso estimular o ânus antes, igual a vagina? É pecado? Calma, calma, são muitas questões! Precisamos separar as mais relevantes e que farão a diferença na hora.
Se você tem vergonha de tocar no assunto com a pessoa, ou não tem uma relação estável, algumas atitudes durante o rala e rola podem levá-lo a saber o que a pessoa acha da coisa. A reação a um dedinho na região do ânus pode elucidar muita coisa: em primeiro lugar, não saia colocando o dedo lá dentro sem mais nem menos, e nem diga frases que você ouve nos filmes pornôs "Coé desse cuzinho, gata?!". Acaricie a região com um dos dedos, no máximo coloque-o na portinha e fique atento às possíveis reações.
Reações: Se receber um "oh yeah!", pode se animar, colocar a camiseta no garoto e entrar em campo; no caso de um "hummm", acompanhado de um sorriso, é o sinal para você continuar trabalhando lá, fazendo um reconhecimento de terreno, uma política de boa vizinhança e aguardar o green card, que virá na medida que o seu dedo avançar pelo corpo cavernoso - mas não se empolgue e não seja bruto, afinal, o cu não é seu; reações mais enigmáticas, que não deixam claro satisfação nem desinteresse, são as mais difíceis de serem interpretadas. Se estiver confiante no dia, prossiga tentando incrementar, estimulando o clitoris, dando beijos e deixando a coisa com menos cara de colonoscopia. Se sentir uma melhora, talvez seja a hora de seguir os passos da reação anterior, mas se prosseguir uma hostilidade, talvez a área de serviço esteja realmente inacessível hoje; por último, caso a reação seja um "ai, cacete!" ou "que porra é essa?!", disfarce, diga que errou o lugar, que está sem óculos e fique no básico por esta noite.
Preliminares anais: Bem, dedo lá dentro, sinal verde, rostos alegres, já posso explorar a caverna? Não, acalme-se, pois temos uma palavra para você: lubrificantes! Estamos partindo do princípio que a sua parceira não é uma porn star e tem um ânus de diâmetro normal, logo ela sentirá dor nesse processo. Você pode usar qualquer lubrificante feito à base de água, só não tente incrementar com produtos domésticos, como manteiga ou óleo de cozinha - isso poderá fazer mal à saúde da pessoa e, afinal de contas, você está querendo fazer sexo e não fritar um bife.
Lubrifique seu dedo inteiro e penetro-o no ânus da pessoa. Veja se ela sentiu dor ou prazer - os dois podem vir juntos, mas o prazer deve prevalecer. Se a dor estiver persistindo, vai indo com calma, até ela se acostumar. Depois que o terreno estiver bem arado e pronto para o plantio, chegou a hora de lubrificar do pênis entrar em ação!
Penentrando no ânus: em primeiro lugar, você deverá escolher uma posição. De quatro e de lado são recomendáveis para as marinheiras de primeira viagem, pois não contam com o peso do corpo do parceiro, como na de bruços, logo doerão menos. Após decidir, coloque a camisinha (sexo anal desprotegido é o mais contagioso para AIDS e DSTs!) e acrescente lubrificante nela, mesmo que já seja lubrificada (KY é recomendado).
Se você tem vergonha de tocar no assunto com a pessoa, ou não tem uma relação estável, algumas atitudes durante o rala e rola podem levá-lo a saber o que a pessoa acha da coisa. A reação a um dedinho na região do ânus pode elucidar muita coisa: em primeiro lugar, não saia colocando o dedo lá dentro sem mais nem menos, e nem diga frases que você ouve nos filmes pornôs "Coé desse cuzinho, gata?!". Acaricie a região com um dos dedos, no máximo coloque-o na portinha e fique atento às possíveis reações.
Reações: Se receber um "oh yeah!", pode se animar, colocar a camiseta no garoto e entrar em campo; no caso de um "hummm", acompanhado de um sorriso, é o sinal para você continuar trabalhando lá, fazendo um reconhecimento de terreno, uma política de boa vizinhança e aguardar o green card, que virá na medida que o seu dedo avançar pelo corpo cavernoso - mas não se empolgue e não seja bruto, afinal, o cu não é seu; reações mais enigmáticas, que não deixam claro satisfação nem desinteresse, são as mais difíceis de serem interpretadas. Se estiver confiante no dia, prossiga tentando incrementar, estimulando o clitoris, dando beijos e deixando a coisa com menos cara de colonoscopia. Se sentir uma melhora, talvez seja a hora de seguir os passos da reação anterior, mas se prosseguir uma hostilidade, talvez a área de serviço esteja realmente inacessível hoje; por último, caso a reação seja um "ai, cacete!" ou "que porra é essa?!", disfarce, diga que errou o lugar, que está sem óculos e fique no básico por esta noite.
Preliminares anais: Bem, dedo lá dentro, sinal verde, rostos alegres, já posso explorar a caverna? Não, acalme-se, pois temos uma palavra para você: lubrificantes! Estamos partindo do princípio que a sua parceira não é uma porn star e tem um ânus de diâmetro normal, logo ela sentirá dor nesse processo. Você pode usar qualquer lubrificante feito à base de água, só não tente incrementar com produtos domésticos, como manteiga ou óleo de cozinha - isso poderá fazer mal à saúde da pessoa e, afinal de contas, você está querendo fazer sexo e não fritar um bife.
Lubrifique seu dedo inteiro e penetro-o no ânus da pessoa. Veja se ela sentiu dor ou prazer - os dois podem vir juntos, mas o prazer deve prevalecer. Se a dor estiver persistindo, vai indo com calma, até ela se acostumar. Depois que o terreno estiver bem arado e pronto para o plantio, chegou a hora de lubrificar do pênis entrar em ação!
Penentrando no ânus: em primeiro lugar, você deverá escolher uma posição. De quatro e de lado são recomendáveis para as marinheiras de primeira viagem, pois não contam com o peso do corpo do parceiro, como na de bruços, logo doerão menos. Após decidir, coloque a camisinha (sexo anal desprotegido é o mais contagioso para AIDS e DSTs!) e acrescente lubrificante nela, mesmo que já seja lubrificada (KY é recomendado).
Após deixar seu colegão bem deslizante, insira apenas a cabecinha dele na entrada do ânus - essa é a hora de controlar seu tesão, uma investida ansiosa pode jogar tudo por água abaixo. Faça leves movimentos de vai-e-vem com o corpo e vá penetrando aos poucos, na medida em que sentir o ânus mais hospitaleiro e o caminho for se expandindo para você. Um diálogo nessa hora é essencial, perguntar se está doendo não vai tirar o clima da situação, pelo contrário, deixará vocês dois mais à vontade. Só aumente a velocidade caso o caminho esteja ficando menos apertado e sentir que ela está gostando e não sentindo dor. Há uma máxima para o sexo anal, que é pensar: "ah, se fosse o meu!". Não é bom ter isso em mente.
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